Prefeitura Municipal de Rolândia
A Secretaria de Saúde, por meio do setor de Endemias continua realizando atividades diuturnamente vislumbrando o controle do aedes aegypti em todas as regiões da cidade de Rolândia. Neste momento com o último levantamento de Índice, ações foram direcionadas para as localidades com maior presença do Aedes aegypti, desta forma trabalhos de conscientização, remoção seletiva de criadouros, aspersão de inseticidas dentre outros já estão ocorrendo nestas localidades desde o dia 23/04/2018. Por intermédio do 3º boletim epidemiológico do ano de 2018, a Secretaria de Saúde de Rolândia apresenta a situação da DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS com os dados atualizados do novo período de acompanhamento epidemiológico. Aborda também de forma objetiva a informações relativas às vigilâncias sanitária, epidemiológica e ambiental.
No decorrer do período epidemiológico compreendido entre as semanas 31/2017 (primeira semana de agosto de 2017) e a semana 16/2018 (15/04/18 a 21/04/2018), o município registrou 246 notificações de casos suspeitos de dengue, dos quais 11 casos foram confirmados. Dois casos importados de Febre Chikungunya foram confirmados. Não ocorreram notificações de Zika. Entre os dias 16 e 20 de Abril foi realizado o segundo Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2018, onde através de análises estatísticas chegou-se a um índice predial de 4,2%, ou seja, mais de quatro imóveis com presença do vetor para cada 100 imóveis vistoriados.
Este índice enquadra o município como de alto risco para a proliferação do Aedes aegypti (Ministério da Saúde), bem como para a transmissão das arboviroses vinculadas. Tal valor está 3,2% acima do preconizado pela Organização Mundial da Saúde que é de 1%.Os bairros com maiores índices prediais do Aedes aegypti foram os seguintes: Parigot, Novo Horizonte, Catuaí e Nogueira. Neste levantamento, os principais criadouros encontrados no município de Rolândia foram: Vasos/frascos c/ água, pratos, garrafas, pingadeira, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros, pequenas fontes ornamentais. Lixo (recipientes plásticos, garrafas, latas), sucatas em pátios e ferro velhos e entulhos de construção. Estes pontos de proliferação do mosquito devem ser de visualização diária por parte de todos os munícipes para que o controle deste vetor seja realizado em conjunto com a administração pública que tem tomado medidas diuturnamente.
Última modificação em 25/04/2018
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