Atendendo recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Secretaria Municipal de Saúde informa que suspendeu o uso do imunizante da Astrazeneca nesse grupo de pessoas.
Em nota, a AstraZeneca diz que grávidas e puérperas foram excluídas dos estudos clínicos e, em animais, os testes "não indicam efeitos prejudiciais diretos ou indiretos" na gravidez ou no desenvolvimento fetal.
Mesmo assim, 14 estados brasileiros, inclusive o Paraná, suspenderam a vacinação em grávidas. Em puérperas, a vacinação continua.
Última modificação em
11/05/2021