POSIÇÃO DOS VEREADORES SOBRE PROJETO DOS TERRENOS NA CÂMARA PREJUDICA OS ROLANDENSES

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A Prefeitura de Rolândia encaminhou 7 projetos para a Câmara dos Vereadores nesta semana. Em todos eles, o objetivo é desafetar, ou seja, possibilitar a alienação de terrenos ociosos, sem uso e sem benfeitorias e com os recursos das transações investir em benfeitorias EMERGENCIAIS como a aquisição de terreno do CAC e do cemitério e realizar outros benefícios diretos aos rolandenses na saúde, educação e infraestrutura.

 

Estão previstas a ampliação da Escola Arthur Costa e Silva, a compra de um terreno para a instalação de um novo cemitério de Rolândia, a construção de um Centro Cultural, três Unidades Básicas de Saúde (Centro, Parigot de Souza e San Fernando) e ainda uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Saúde 24 horas.

Segundo alguns vereadores, a Prefeitura estaria sem dinheiro para fazer as obras em questão. O Prefeito esclarece: “A Prefeitura nunca esteve tão bem com suas contas. Após três anos administrando as falhas que existiam quando assumi colocamos a casa em ordem. O que os vereadores não entendem ou não torcem para que aconteça, é que nosso projeto é para fazer muito mais e potencializar o excelente momento de desenvolvimento econômico e social que Rolândia vive”, explicou Johnny.

 

FATO INTERESSANTE – O fato que chama atenção é que, quando o ex-prefeito Eurides Moura desafetou quase 100 mil metros quadrados de terrenos durante sua administração no ano de 2002, segundo o projeto de lei, para cobrir o caixa da Prefeitura, o vereador Enéias Galvão votou a favor da desafetação dos terrenos.

É no mínimo estranho o fato dele ser contra agora ao projeto da atual administração que só visa a melhoria da qualidade de vida da população.

 

OS TERRENOS - Confira abaixo a relação dos terrenos e para quais fins são sua desafetação. É importante lembrar que, além de um processo transparente, de um total de mais 110 terrenos públicos a prefeitura só irá dispor de 19 para suprir as necessidades urgentes da população de Rolândia.

 

1 – Venda de área de 1.514 m², no “Jardim Maanaim”, na Rua Eurico Fernandes, lote de terras de 1.185 m², no “Jardim Panamá”, na Rua Pedro Massera e lote de terras de 266 m², na Gleba Bandeirantes –

FINALIDADE – Adquirir o terreno para manter o Centro de Atendimento à Comunidade (CAC), construir um depósito refrigerado para merenda escolar e ampliar a Escola Arthur Costa e Silva.

2 – Venda de lote de terras de 574 m², na Rua Saguaragy, na Vila Oliveira, área livre de 5.439 m², no Jardim Monte Carlo II, área de 2.320 m² no “Jardim Araucária” e lotes de terras de 261 m², outro de 278 m², outro de 286 m², outro de 247 m² e outro de 272 m², todos no Jardim Califórnia –

FINALIDADE - Com a finalidade específica de comprar um terreno apropriado e aprovado pelo IAP para o novo cemitério municipal.

3 – Venda de lote de terras de 266 m² na Gleba Bandeirantes, área institucional de 484 m² no “Jardim Marabú”, área institucional de 1.210 m² no “Jardim das Hortências”, na Rua Antonio Puzzi –

FINALIDADE - Para efetuar a contrapartida da construção de um Centro Cultural.

4 – Venda da área institucional de 1.816 m² no “Jardim dos Pioneiros”, na Avenida Mathias Frings, lote de terras de 1.142 m², na Gleba Patrimônio Rolândia, Vila Oliveira, Jardim Tapajós, na Rua Yoshimassa Demura –

FINALIDADE - Para a contrapartida da construção da Unidade Básica de Saúde - Centro.

5 – Venda da área institucional de 3.142 m², no “Jardim do Café” –

FINALIDADE - Para a contrapartida da construção da Unidade Básica de Saúde do Parigot de Souza.

6 – Venda da área 3.593 m², no Jardim do Café –

FINALIDADE - Para a contrapartida da construção da Unidade Básica de Saúde do San Fernando.

7 – Venda da área institucional de 4.058 m², no “Jardim Nobre 3ª etapa” –

FINALIDADE - Para a contrapartida da construção da Unidade de Pronto Atendimento 24 horas.

 

DEPOIMENTOS – Ao contrário do que pensam os vereadores Zé de Paula, Fábio Nogaroto, Márcio Vinícius, Luis César Jaimes, e Enéias Galvão, algumas pessoas fizeram questão de se pronunciar a favor do projeto e de Rolândia.

Alaerci Fácio, morador Rua Ouro, 725 - Vila Oliveira: “Eu estou de acordo. O terreno aqui não está sendo usado para nada. Eu concordo que a Prefeitura venda o terreno e faça uma melhoria pelo povo e pela região”

Antonio Wanderlei Silva, comerciante, Rua Saguaragi, 214 – Vila Oliveira: “Desde que seja feito um bom investimento, desde que este dinheiro seja utilizado para benefício dos moradores, eu estou de acordo”.

Eliane da Cunha, moradora da Rua das Gazelas, 431 - Jardim Araucária: “Se a área estiver sem uso e o dinheiro vai beneficiar os moradores eu acho muito bom”.

Ingrid Bruna C. Cestari, comerciante e moradora na Avenida Atlanta, 275 – Jardim Califórnia: “Seria uma boa a Prefeitura vender este terreno perto da minha casa e do meu comércio, pela limpeza, pela segurança e vários outros motivos que favoreceriam o nosso bairro, até mesmo na questão de valorização”.

Francielle Stacholski, moradora da Rua Hans Lehmann, 685 – Jardim Monte Carlo II: “Com certeza eu concordo. Até porque, já faz algum tempo que este terreno está parado. Então, se puder lotear o local será muito melhor para nós. Além disso, o bairro e a cidade serão valorizados”.

 

OUTRAS CIDADES – Como é de conhecimento público, outras cidades da região também estão realizando projetos de desafetação de terrenos públicos como o da Prefeitura de Rolândia.

Em Arapongas, por exemplo, nos últimos anos a Prefeitura já desafetou por 3 vezes várias áreas para investir os recursos da venda em benefícios para os moradores. Na cidade vizinha, os vereadores não criaram problemas e as administrações podem desenvolver ainda mais a cidades.

Outros municípios como Apucarana, Mandaguari e Califórnia também realizaram o mesmo projeto e os vereadores das cidades são parceiros das administrações para o desenvolvimento das cidades e benefício dos moradores.

 

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